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Exportações de lácteos da UE deverão crescer 30% neste ano

No mercado de lácteos frescos (incluindo leite UHT), a produção da União Europeia (UE) poderá estabilizar em 2016 porque a tendência de queda no consumo é compensada pelas fortes exportações, que deverão ficar 30% acima dos níveis do ano anterior. Desenvolvimentos similares são esperados em 2017, embora possivelmente com menor crescimento nas exportações (+15%). Esse crescimento nas exportações é direcionado pela procura chinesa por leite UHT, cujas importações quase duplicaram. A UE forneceu quase 70% dessas importações durante os primeiros quatro meses do ano. Durante esse período, a China absorveu mais de 40% das exportações da UE. Em 2012, essa participação foi de menos de 12%. As exportações cresceram também fortemente para Bielorrússia, de quase nada nos anos anteriores para 12% das exportações da UE em 2016. A Bielorrússia importa leite a granel.

A orientação dos consumidores em direção a mais manteiga e queijos na sua dieta é confirmada na Europa e globalmente, especialmente nos Estados Unidos. Isso explica notavelmente o aumento de 50% nas importações de manteiga dos Estados Unidos durante os primeiros quatro meses do ano e o baixo nível das exportações. Em contraste, as exportações da UE aumentaram em 33% durante o mesmo período, especialmente para Oriente Médio, Estados Unidos, Marrocos e Japão. Assim, os preços da manteiga da UE permaneceram bem acima do nível do preço de intervenção.

Em 2016, a produção total de manteiga deverá aumentar mais, em mais de 3%. As exportações de manteiga e óleo de manteiga deverá aumentar em quase 30% pelo segundo ano consecutivo e alcançar 230.000 toneladas. As importações devem permanecer muito baixas e, assim como no ano passado, a possibilidade, notavelmente para a Nova Zelândia, de exportar à UE a tarifas mais baixas não serão totalmente usadas. O consumo per capita deve continuar seu crescimento anual, embora os estoques privados devam declinar levemente até o final do ano. Em 2017, o mercado de manteiga deverá seguir tendências similares, mas a um ritmo mais lento.

Em 2016, a produção de queijos deverá crescer em 1,6%, direcionada pelas fortes exportações (+9%) e sustentada pelo consumo doméstico (+1,2%). O aumento das exportações, especialmente ao Japão, Coreia do Sul e Arábia Saudita, está tão forte, +14% até abril, que o total das exportações em 2016 deverá se igualar aos níveis de antes do embargo russo (quando a Rússia absorvia 30% das exportações da UE). Em 2017, um aumento de 1,2% na produção poderá ocorrer, principalmente direcionado pelo uso doméstico, enquanto o crescimento das exportações poderá desacelerar para 2%. As informações são da Comissão Europeia. 

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