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Rabobank prevê começo instável, mas um forte final de estação na Nova Zelândia

A estação produtiva de leite da Nova Zelândia de 2018/19 deve atingir “seis”, com um início instável, mas um forte final, resultando em uma terceira temporada com um “preço do leite começando com seis”, segundo um novo relatório da indústria.

No último relatório sobre o setor da Nova Zelândia, o Rabobank disse que os produtores de leite do país desfrutaram de um período de lucros com os preços do leite acima do breakeven – e a próxima estação verá uma continuidade disso.

O Rabobank previu um preço de leite ao produtor de NZ$ 6,40 (US$ 4,44) por quilo de sólidos do leite – que equivale a NZ$ 0,54 (US$ 0,37) por quilo de leite -  para a estação 2018/19.

A autora do relatório, Emma Higgins, disse que a estação de 2018/19 deve ser rentável para a maioria dos produtores de leite da Nova Zelândia, apesar da maior incerteza em torno do ambiente operacional do que normalmente seria o caso.

Um dos riscos globais que se aproxima no curto prazo é o período de pico da produção de leite no hemisfério norte.

"O fluxo do hemisfério norte será um ponto de pressão influente para os preços das commodities no início da estação de 2018/19 e prevemos que a oferta superará a procura global nos próximos meses", disse Higgins.

"No entanto, à medida que a segunda metade da estação de 2018/19 se desenvolve, o Rabobank prevê que os preços das commodities melhorarão, enquanto o crescimento da produção das principais regiões exportadoras diminui e um programa de importação robusto dos compradores chineses apoiarão os preços das commodities nesse período."

Margens positivas esperadas, mas os pontos de pressão persistem

O relatório diz que uma ampla oferta nos principais mercados de fertilizantes continua a impulsionar os baixos preços globais de fertilizantes de referência, favorecendo os produtores da Nova Zelândia e apoiando as fortes margens dos produtores até a primavera.

No entanto, diz Higgins, enquanto os produtores devem fazer um orçamento para preços acessíveis de fertilizantes durante o período de aplicação, existe o risco de alguma pressão inflacionária no varejo.

"O Rabobank prevê um aumento nos custos de transporte marítimo, combinado com o enfraquecimento do dólar neozelandês nos próximos 12 meses, o que resultará em alguma pressão de alta nos preços dos fertilizantes", disse ela.

Segundo o relatório, outro fator que pode afetar as margens dos produtores na estação de 2018/19 é a pressão de subida sobre as taxas de juros.

O relatório disse que, embora se espere que a taxa de câmbio oficial permaneça estável nos próximos 12 meses, é provável que haja uma pressão de subida sobre as taxas de empréstimos comerciais ao longo de 2018 e os produtores devem planejar adequadamente.

Crescimento modesto da produção de leite

Considerando condições climáticas normais, o relatório prevê um crescimento modesto da produção de leite de cerca de 2% para a estação de 2018/19.

Higgins disse que enquanto a produção de leite deve recuperar após anos consecutivos de crescimento fraco, uma combinação de regulamentação ambiental, mudanças no uso do PKE, incerteza política e crescentes pressões sociais sobre as práticas agrícolas vão afetar o excepcional crescimento do leite na nova estação.

"Esta previsão reflete a nova era para os lácteos da Nova Zelândia, com maior utilização de pastagens e menores taxas de lotação".

O relatório disse que enquanto a alimentação local é abundante com a chegada do inverno, os novos limites da Fonterra para o uso do Extrato de Palma (PKE, na sigla em inglês) pelos fornecedores serão um fator causador do modesto crescimento da produção.

Higgins disse que outros alimentos precisarão preencher essa lacuna, particularmente no pico da estação, ou se, similar ao que aconteceu na estação de 2017/18, o clima adverso devastar as pastagens em algumas áreas.

“Na maior parte, os produtores prepararam e ajustaram seus sistemas de alimentação para atender aos novos requisitos e entrarão na nova estação em condições de lidar com as mudanças. Para aqueles menos preparados, pode levar algum tempo para trocar os alimentos e ajustar-se aos novos requisitos, resultando em custos de alimentação mais altos”, disse ela.

Um ‘grande ano’ foi previsto para a Fonterra, com a maior cooperativa de lácteos do mundo tendo alguns desafios significativos pela frente, incluindo a nova parceria estratégica com a Milk Company e a pressão para transformar o investimento da Beingmate em uma parceria lucrativa.

“Ao mesmo tempo, a Fonterra precisa manter o forte ímpeto na Austrália para capitalizar sobre o reajuste da indústria e continuar com seu bom desempenho no exterior. E enquanto a busca estiver em andamento, um novo líder será indicado para dirigir a cooperativa através dessa turbulência”, disse Higgins. As informações são do https://www.interest.co.nz.

Em 14/05/18 – 1 Dólar Neozelandês = US$   0,69414

                         1,44064 Dólar Neozelandês = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)

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