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Resumo: Fatores relacionados com o período de transição que influenciam o desempenho reprodutivo do efetivo.

*Artigo Original MilkPoint Brasil

Um dos pilares fundamentais responsável pelo sucesso de todo o efetivo leiteiro é a saúde das vacas que o compõem. Infelizmente, em muitas explorações, a incidência de doenças é alta, afetando cerca da metade das vacas nos primeiros 2 meses pós-parto. Vacas doentes apresentam inapetência e, consequentemente, perda de peso excessiva, provocada da mobilização das reservas corporais.
Este estado de balanço energético negativo prolongado afeta o retorno à ciclícidade ovárica, o que prejudica a taxa de inseminação, assim como reduz a relação prenhez/IA. Doenças no periparto comprometem o estabelecimento e manutenção da gestação, mesmo quando o momento mais depressivo da vaca tenha ocorrido semanas, até meses, antes da primeira IA pós-parto. É essencial estar atento ao maneio da saúde de vacas no período de transição, para melhorar o desempenho reprodutivo, com foco na prevenção de fatores de risco, diagnóstico imediato dos casos clínicos e implementação de terapias com eficácia de cura, mas também que melhorem o desempenho reprodutivo e produtivo dos animais acometidos pela doença.

A melhoria na reprodução resulta numa aceleração de ganho genético, reduz o intervalo entre gerações, aumenta a produção de leite por dia, reduz os DEL (dias em lactação), e permite flexibilidade na tomada de decisão, principalmente no que se refere à habilidade de refugar animais menos produtivos. Infelizmente, o bom desempenho reprodutivo não é algo trivial, e o estabelecimento e manutenção da gestação requerem que uma série de eventos ocorram de uma maneira coordenada. De referir que são influenciados por fatores genéticos, fisiológicos, e ambientais. Um dos fatores críticos para o bom desempenho reprodutivo é a saúde da vaca, principalmente no período que antecede a primeira inseminação pós-parto. Enfermidades metabólicas, infecções de origem bacteriana tanto no trato reprodutivo como na glândula mamária, além de outras patologias, e a perda de condição corporal excessiva, estão associados com depressão na probabilidade de uma vaca se tornar gestante e manter a gestação a termo.



Infelizmente, as doenças, de maneira geral, no início da lactação, são bastante prevalentes, e 40 a 50% das vacas leiteiras são diagnosticadas com uma ou mais patologias clínicas nos primeiros 60 dias da lactação. Além disso, uma fração adicional de vacas sem doença clínica apresenta alterações metabólicas, associadas com o início da lactação, que são consideradas “doenças” metabólicas subclínicas, como a elevação nas concentrações de β-hidroxibutirato (BHBA) no sangue, hipercetonemia ou cetose subclínica e a redução na concentração de cálcio (Ca) hipocalcemia, sem sintomatologia típica da vaca que apresenta “febre do leite”.

Artigo resumo do conteúdo presente na Revista Leite Integral (Brasil)


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ANTÓNIO MANUEL LIMA MARTINS

CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 11/05/2015

Com o intuito de contribuir para uma identificação precoce de casos de cetose nos efetivos leiteiros, nomeadamente na sua forma subclínica, o CONTRASTE LEITEIRO passou a disponibilizar, aos criadores aderentes, um novo indicador que se baseia na determinação da concentração de BHB (Beta-hidroxibutirato) na amostra de leite recolhida mensalmente.

Para aceder a este tipo de informação os criadores deverão utilizar o seu acesso à plataforma BOVINFOR e consultar os resultados nos resultados de contraste leiteiro o menu "Animais em Risco de Cetose"